A “carne limpa” não é uma alternativa à carne como os veggie burgers. É realmente carne animal, mas produzida em laboratório, através de células animais (estaminais), evitando todo o processo de criação e matança de um ser-vivo. O processo passa por retirar um pequeno tecido do animal, filtram-no e isolam as células de que necessitam.
Era uma vez um novo formato visual para contar histórias no telemóvel. Chama-se “AMP [Accelerated Mobile Pages] Stories”, conta com a chancela da Google e tem duas missões: cativar os criadores de conteúdos e competir com as “Stories” de apps como o Instagram e o SnapChat.
Um sincero aviso: o artigo de que vou falar é sobre o Facebook mas é longo, muito longo. A sua leitura é altamente recomendada. Sugiro que se feche numa sala, confortavelmente sentado, com um copo de água por perto. Alguns parágrafos terão de ser relidos, para ter a certeza que entende bem aquilo que está escrito...
Um manifesto em prol de experiências mais autênticas.
Agora que já visualizámos a obra, já dormimos nela e já a observámos detalhadamente, podemos começar a pintar como Van Gogh (isto segundo aquela teoria falhada de que seremos iguais aos artistas que admiramos). A verdade é que, felizmente, nunca seremos.
Na Wingman estamos a fazer a caderneta de cromos da Liga Nos 2017/18, pretexto para partilhar a história dos irmãos Panini, falar de cadernetas digitais e recordar cromos que não lembram ao diabo.
A falta de criatividade está – porventura, não falo de ninguém em especial a não ser de mim – em nós mesmos e não nos produtos/clientes. É por isso que hoje vos trago a página de Facebook do Cemitério Jardim da Ressurreição.
Como é que estar em cima do acontecimento e em todas as trends deixou de ser assim tão importante para muitas marcas. E porque razão achamos que é melhor.
Bem, não é que seja uma profissão propriamente nova, não apareceu ontem, mas começa, lentamente, a ganhar relevância e um lugar nas mentes de quem trabalha o digital.
O que não falta por aí são histórias de pessoas que têm sucesso no Instagram, mas quantas podem dizer que fazem parte do vídeo de uma lenda musical? Se ficaram com curiosidade espreitem "Fix Me" e vejam um feed de Instagram tornar-se real.
Duas pessoas da agência perguntaram-me se ia ver Pearl Jam a um festival. Não, não vou. Mas fico feliz por saber que elas vão.
Se o leitor julga que o Google Street View, ao contrário do que o próprio nome indica, apenas serve para ver ruas, está bem enganado. Há interiores de sítios que também podem ser explorados e alguns são bem incríveis.
O hi5 ficou esquecido algures num passado bem longínquo, perdi os acessos e nunca mais os quis recuperar. Até hoje. Entrei no hi5 para tentar perceber como a rede social se tinha adaptado ao século XXI e não foi nada bonito de ver...
Para os mais distraídos esta é uma série que analisa a nossa relação com a tecnologia. No entanto, em vez de seguir o discurso corrente e celebrar os êxitos da tecnologia de forma acrítica, esta série foca nas suas consequências menos confortáveis. O verdadeiro Twilight Zone do século XXI.
Pensemos nos quadros de Van Gogh, que carregam uma beleza absoluta. Podemos vê-los, pendurá-los na parede do quarto, espreitá-los num museu qualquer, e isto acontece porque a arte é (e deve ser) mais capaz do que todo o egoísmo humano.
A tendência para as ativações digitais parece ser cada vez mais esta: experiências de áudio e vídeo que entretêm e proporcionam uma percepção física ou mental diferente, sem fugir à essência da marca. No caso da Samsung, uma experiência tão curiosa ao ponto de aceitarmos literalmente ser hipnotizados por uma marca.
Não vamos ser profetas de um futuro em desgraça, mas, pelo menos, vamos pensar. Vamos pensar, enquanto o pensamento ainda é orgânico, elementar e livre.
Na série documental "2077", abrem-se várias janelas sobre o futuro da humanidade nas próximas décadas. Onde estaremos daqui a 60 anos? Eu, se tudo correr bem, terei 94 e estarei sossegadinha em casa, no meu planeta, a ver documentários sobre o ano 2177.
O fim de semana passado trouxe-nos Globos de Ouro e para aproveitar o clima de manifestações e de discursos cheios de “basta!”, durante o intervalo, a maior rede profissional do mundo apresentou “In It Together”.
Num mundo de Trumps e Kim Jong-uns, de Troikas e aquecimento global, de sogras e patrões chatos, todos nós precisamos de um “miminho” de vez em quando. Por isso, ponham os headphones e deixem-se levar por estes artistas/cuidadores/enfermeiros-da-alma. Eles têm muita coisa para vos contar... ao ouvido.



















