O Facebook faz parte das nossas vidas. Mas talvez seja altura de desconfiarmos um pouco dos nossos newsfeeds como fonte de informação.

Por exemplo, estar informado sobre o ébola não equivale a fazer scroll exaustivo a links sobre “Algumas Pessoas De Quarentena Num País Ocidental Enquanto Aguardam Os Resultados dos Testes”. E já reparámos que nos telejornais o retrato do pânico infundado vem sempre primeiro.

Mas se o foco parece torto ou desproporcionado, como mostra o cartoon do português André Carrilho, o projeto digital Ebola Deeply é excelente para recentrar as atenções.

Sem histerias, no que interessa saber: as duras condições na fonte da epidemia (Libéria, Serra Leoa e Guiné-Conacri), histórias de sucesso, comentário científico e filtragem dos melhores artigos nos outros meios.

Visitem o Ebola Deeply – ou pelo menos adicionem-no ao vosso newsfeed.

Joana Ribeiro, Copywriter

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