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Sem sermos exaustivos e complicados a explicar o conceito vamos tentar dar uma ideia olhando para a história da web.

1990 - Web 1.0
O Sr. Berners-Lee cria o que se pode chamar do 1ª servidor e o 1º browser “público” (sem fins militares). Publica pouco depois as primeiras páginas e dá inicio ao que podemos chamar de web 1.0. 

Os utilizadores pesquisam informação no browser, escrevendo o endereço das páginas e acedem aos “sites”. 

Uns anos mais tarde começam a surgir os motores de busca que ajudam na pesquisa das páginas existentes que começam a ser aos milhares.

2004 - Web 2.0
Numa conferência de uma empresa norte-americana o conceito é falado e popularizado pela primeira vez. Caracteriza-se por ser uma 2ª geração da web que permite aos utilizadores interagirem com as páginas, dando opiniões, criando os seu próprios artigos, transmitindo a sua experiência. 

É o caso da maior enciclopédia do mundo, a Wikipédia, onde todos podem publicar, o caso dos blogs onde podemos dar o nosso contributo e comentar e o caso crescente das redes sociais como o Facebook, Twitter, Orkut, Youtube, etc.

Lá para 2020 - Web 3.0
Com base na informação que os utilizadores vão deixando à medida que navegam nas páginas, como por exemplo na rede social Facebook, em que além da informação básica deixam também os seus gostos e preferências, serão criados softwares que recolhem e tratam essa informação.

Utilizando como exemplo a pesquisa de um restaurante, será então possível pesquisar no Google um estabelecimento em Lisboa e o resultado da pesquisa, em vez de ser uma lista aleatória de restaurantes na cidade, entregará uma lista de restaurantes segundo as minhas preferências - por exemplo, junto ao rio, que tenha peixe grelhado, espaço para as minhas crianças brincarem sem incomodarem as outras pessoas e que tenha a Benfica TV para ver aquele jogo do Benfica na final da Liga dos Campeões. :)

Chamam a isto a Web Semântica ou Web 3.0.

Paulo Santos | Business Developer Director

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