Como dar feedback a design


Esta semana Julius Tarng debruça-se sobre a utilidade do eMail como ferramenta de feedback ao design, neste artigo.

Alguns apontamentos nossos:

Um email é um meio tão útil como qualquer outro (talvez à excepção de sinais de fumo e código morse) para comunicar feedback a um designer. É rápido. É conciso. Pode ser consultado no momento que for mais conveniente. Deixa um rasto documental. Pode ser impresso e podem-se riscar as tarefas completas.

Por contraponto, um telefonema obriga à interrupção do que quer que se esteja a fazer, não é arquivável. Uma reunião? Tem a desvantagem de ter de se auto-justificar: se o produto de 10 minutos resolve todos os assuntos em cima da mesa, será que valeu a pena a deslocação de elementos A e B do ponto B ao C? É certo que reforça laços humanos entre equipas, mas será que temos todos tempo para saber como estão os cônjuges e os filhos? Ou como foi o fim de semana?

Mas então e o eMail? é um monólogo a dois, e a falta de interacção pode fazer escalar situações que com um ênfase conversacional ou um mero sorriso seriam anuladas. No fim tudo se resume a bom senso. O que realmente importa, sem particular ordem de importância:
— uma mente aberta;
— ponderação e boa-vontade;
— apontar o que se gosta. Apontar o que não se gosta. Apresentar os problemas e não as soluções. O designer é pago para isso, e aqui na Wingman não gostamos que os nossos clientes desperdicem investimento.
— uma mente aberta (não é gralha).

 

Jorge Olino

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