Não há bela sem senão - Facebook processado por invasão de privacidade


E o Facebook não é excepção. O senão do Facebook - e das redes sociais, de um modo geral - é a potencial falta de privacidade. É certo que todos podemos definir quanta informação tornamos pública nos nossos perfis, e até podemos definir que grupos de pessoas queremos que vejam a nossa informação. No entanto, também é verdade que o ganha-pão da empresa é a publicidade, e que esta só é bem-sucedida quando devidamente direcionada. É muito provável que já tenha reparado no quão adaptados a si são os anúncios que vê na coluna direita da sua página no Facebook…

Na semana passada, foi interposta uma ação judicial contra a rede social, alegando que esta anda a ler as mensagens privadas que os seus utilizadores trocam entre si através da plataforma e a utilizar essa informação para fins comerciais. Os responsáveis pelo processo são dois cidadãos norte-americanos que se queixam, como sumariza o jornal Público, “a violação da privacidade, a profanação da relação de confiança entre a rede social e os seus utilizadores, e por fim a vantagem competitiva do Facebook em relação a outras empresas que agregam o mesmo tipo de informação com o mesmo fim – comercializá-la com anunciantes”.

O Facebook respondeu dizendo que as acusações são infundadas.

Em breve saberemos qual é o desfecho deste processo que põe o Facebook em risco de pagar largas centenas de milhões de dólares de indemnização.

Acham que o desfecho deste processo vai influenciar a utilização que o mundo faz do Facebook e ferramentas parecidas?

Leia a notícia completa no Público online.

Maura Bouça

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