Há uns dias, enquanto consultava o meu smartphone para uma série de ações típicas do meu dia a dia, dei-me conta que a Google é uma parte integrante da minha vida. Ora vejam:

 

  • Levantei-me de manhã ao som do despertador do meu smartphone, que usa o sistema Android da Google;
  • Depois de me arranjar, e antes de sair de casa, consultei o email, através da minha conta Gmail da Google;
  • Visualizei o calendário para me inteirar das tarefas e reuniões que teria nesse dia. Através do Google Calendar, claro;
  • Enquanto tomava o pequeno almoço num café próximo do trabalho, acedi ao Google Notícias através do smartphone, para me pôr a par das noticias desse dia;
  • A meio da manhã tive de sair para uma reunião, e para perceber onde ficava o escritório do cliente, acedi ao Google Maps para ter as direções;
  • Aproveitei esse momento para usar o motor de pesquisa da Google e fazer uma pesquisa pelo nome do cliente, tentando perceber quem era o meu interlocutor;
  • Entre os resultados da pesquisa surge um video no Youtube, uma plataforma também da Google, com uma palestra que o meu interlocutor deu num evento;
  • Quando finalmente me dou conta que a palavra Google surgiu várias vezes nessa manhã, estava precisamente a aceder à internet através do Google Chrome.

 

A posição dominante da Google no mundo digital é uma realidade que começa também a dar nas vistas no dia a dia das pessoas.

Daqui a uns anos — muitos, espero — quando for levar os netos ao jardim de infância, é possível que o faça num carro sem condutor da Google. Ou até que a energia lá de casa seja fornecida pelo excesso acumulado pelos painéis solares dos datacenters da Google...

O que será que nos reserva este futuro cada vez mais digital?

 

Paulo Santos, Business Development Director

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