Isto não é uma piada. O Jerry Seinfeld é um ás em User Experience.


Quando temos alguma sensibilidade para o design, facilmente nos apercebemos quando alguma coisa não está a resultar com um produto — com a forma como o podemos experienciar. Um UX Designer que se preze vive obcecado com a possibilidade de melhorar pequenos detalhes em tudo o que o rodeia. Boa notícia: não é o único.

Muito antes do termo “User experience” se ter tornado tão popular — antes sequer de existirem “User experience designers” - já muitos comediantes andavam alerta sobre estas falhas nos sistemas que nos rodeiam e usavam-nas para brilhar nos seus espetáculos de stand-up.

Ao contatar com um produto, o comediante identifica o ridículo e critica-o fazendo as mesmas perguntas que um “UX designer que se preze” poderia fazer quando começa o seu trabalho de exploração. Ele procura perceber o que falha no produto e sabe que algo deve ser feito para que o mesmo seja melhorado.

"The thing about skydiving is why do they even bother with the helmets? Can you almost make it ? You might as well wear a party hat, what’s the difference?” 

Para o Jerry Seinfeld não passa de uma piada. Para o UX Designer, pode começar aí a descoberta de informação valiosa sobre a cultura dos utilizadores ou sobre a opinião que estes têm sobre um produto. Cada observação pode ser o ponto de partida para encontrar algo maior: uma solução capaz de tornar o dia-a-dia ainda mais simples (o meu, o seu ou o do nosso cliente).

No fim, o Seinfeld e o “UX Designer que se preze” estão focados no mesmo: fazer as pessoas sorrir.

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