O Paulo quer estar a par das novidades e aproveita para começar a partilhá-las no blog. Da primeira tertúlia, onde apenas faltou o pequeno-almoço, trouxe o relato sobre pagamentos mobile. Vamos a isso?

O que é? 

Explicando de uma forma simples — pois até eu me vi aflito com tantos termos técnicos que a malta lançou para cima da mesa — não é mais do que passar a informação que temos nos nossos cartões de crédito e débito para uma aplicação mobile própria para o efeito.

Está disponível? 

Existem dois players a nível internacional que disponibilizam estas aplicações — a Apple e a SAMSUNG. Infelizmente, em Portugal, ainda não é possível utilizar estas aplicações, no entanto a MEO Wallet (MEO) e a MBWay (SIBS) já nos oferecem alternativas semelhantes.

À mesa com Fábio Santos, Filipe Barroso, Tiago Rodrigues, Jorge Oliveira, Diogo Martins e Inês Vicente

À mesa com Fábio Santos, Filipe Barroso, Tiago Rodrigues, Jorge Oliveira, Diogo Martins e Inês Vicente

É seguro?

Segundo a malta de mobile, estas aplicações são mais seguras que o método tradicional e passa por introduzir os códigos sempre que efetuamos uma compra. Além disso, temos muitas vezes de entregar, por momentos, o cartão a terceiros e sabe-se lá o que pode acontecer... No método de pagamento mobile, além da informação ser encriptada, não precisamos de entregar o smartphone a ninguém: está sempre em nossa posse, o que impede a clonagem de cartões.

Será?

Fica apenas o alerta para os cartões contactless (hoje em dia a maioria já tem esta funcionalidade): com um simples smartphone Android (com tecnologia NFC) é possível ler a informação dos cartões até uma distância de cerca de 15 centímetros. Caso não tenha uma carteira revestida com material protetor, basta encostar o smartphone à carteira de um “incauto” e já está: ficámos com os dados dos cartões de terceiros. 

Assim sendo, já sabem: adiram e protejam os vossos cartões com o mecanismo contactless dentro de carteiras revestidas com material protetor.

Paulo Santos, Account Director

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