No mundo digital já sabemos que, a cada ano que passa, surgem novas palavras e termos nas nossas vidas.  Listo exemplos para perceberem do que falamos:

  • @ (arroba) — Símbolo que nasceu na Europa Medieval e servia para poupar tempo aos escrivãos na junção de palavras. @ (arroba) representava o “ad” no latim;
  • Chat — Conversa em tempo real através do PC, Tablet ou Smartphone;
  • Email — Correio eletrónico;
  • Emoji —  palavra derivada da junção dos termos em japonês: e (絵, "imagem") + moji (文字, "personagem”);
  • # (hashtags) — palavra(s)-chave antecedida(s) pelo símbolo cardinal (#). As hashtags contém links para outras páginas, indexáveis pelos motores de busca e a cada uma das redes sociais (Instagram, Twitter, Facebook, etc).

Com este continuo aparecimento de palavras no universo digital, algumas marcas começam a perceber a sua importância e já as vão utilizando na comunicação.

O caso mais recente é o da MANGO (com cerca de 10 milhões de seguidores no Facebook e 4 milhões no Instagram) que criou recentemente uma nova linha de roupa para chegar a um target mais jovem com preços acessíveis. 

Até aqui tudo normal — nova linha para atingir um target jovem, baixar preços para competir com novas marcas de roupa lowcost, como a Primark, entre outras. 

A novidade está no nome escolhido para a nova linha de roupa: #NewPrices. Sim, com hashtag incluído no nome. Ao incluir o termo hashtag, potencia-se a criação de "user content” por parte do target a quem é endereçada a nova linha de roupa e, deste modo, consegue-se ampliar o alcance da comunicação da marca.

Deixo apenas uma sugestão: deveriam colocar a hashtag #NewPricesbyMango. Desta forma o alcance seria ainda mais potenciado e reconhecido com a marca da casa mãe — a MANGO.

A revista Sábado tem um artigo onde podem recolher ainda mais informação sobre esta estratégia da marca.

Paulo Santos, Account Director

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