A Era dos Assistentes Pessoais


Muito se escreveu sobre o Siri desde o seu lançamento com o iPhone 4, em 2011. A novidade surgia em forma de voz de mulher que reconhecia os nossos comandos e efetuava as ações pedidas. Claro que o sistema tinha os seus bugs, nomeadamente o problema de não reconhecer todas as línguas para lá do inglês ou pronúncias mais marcantes.

Passados alguns anos, o sistema evoluiu, assim como surgiram no mercado outros assistentes que prometem ser o melhor amigo do homem e da mulher.

Exemplo disso é o echo dot da Amazon, aka Alexa. Quer tocar música, ler notícias, controlar alguns dos equipamentos lá de casa? Este dispositivo faz tudo isso e muito mais.

A grande novidade aqui parece ser o emparelhamento com várias aplicações que tão bem conhecemos, como o Spotify ou o Uber, entre outras.

O aparecimento destes produtos vem ao encontro daquelas que são as tendências de futuro para os consumidores de tecnologia.

No estudo de 2016 do CES — Consumer Technology Association (“Cinco tendências tecnológicas para acompanhar”), os assistentes virtuais estarão cada vez mais presentes, incorporando mais e melhor informação sobre o mundo e as nossas atividades diárias.

“A curto prazo, os consumidores podem esperar menos cliques e toques no ecrã do dispositivo. Os assistentes pessoais que estão a emergir vão tentar ficar um passo à frente do usuário, fazendo sugestões e recomendações sobre onde ir em seguida para encontrar uma resposta.”, diz o mesmo documento.

É caso para pensar se um cenário como o retratado em Ela — Uma História de Amor, pelo realizador Spike Jonze, é completamente descabido. Vá, histórias de amor à parte.

Marlene Marques, Copywriter

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