O boca-a-boca é uma das mais antigas e mais poderosas formas de marketing.

Quantas vezes não somos influenciados pela opinião de um amigo sobre determinada marca ou produto?

Se eu precisar de ajuda na escolha do meu próximo computador, sei que vou falar com o João. Se quiser um conselho sobre um creme de rosto ou maquilhagem, a Mimi é a amiga a quem recorro, porque sabe tudo sobre cosmética. E se o Rodrigo me disser que foi no Tomo que comeu o melhor sushi da vida dele, eu irei lá com toda a certeza.

Nenhum deles é profissional da área, mas são pessoas em quem confio nestas matérias e que partilharam comigo a sua experiência com determinada marca. Se o João fosse vendedor da INTEL, talvez o conselho dele me parecesse parcial, menos credível, mas ele é apenas um rapaz que gosta e percebe muito de computadores.

São estas ditas “pessoas normais” que todos os dias influenciam os comportamentos de compra de quem os rodeia, através de um feedback positivo ou negativo sobre as marcas.

O WOM presencial é, sem dúvida, o mais valioso ou, pelo menos, aquele que mais conduz à venda. Mas as recomendações online têm um poder cada vez maior, pelo seu potencial de alcance.

A minha amiga Mimi pode ter apenas 300 amigos no Facebook mas se a L’Oréal conseguir identificar 5.000 pessoas como a Mimi e lhes proporcionar uma boa experiência, o alcance das suas recomendações já se torna bastante visível num mercado como o nosso.

As campanhas de Word-Of-Mouth são já presença obrigatória nos planos de marketing das grandes marcas, principalmente nas de grande consumo.

O segredo? Ter um bom produto e entregá-lo às pessoas certas. Conseguindo isso, não há nada a temer! 

Raquel Rio Tinto, Marketing Manager

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