Emoção: O Verdadeiro Elefante na Sala


Emoção: O Verdadeiro Elefante na Sala Estão num supermercado, na ala dos vinhos. Querem escolher um mas não sabem por qual devem decidir. Um rótulo e um nome surgem-lhes à frente; rapidamente associam aquela garrafa ao último escape de Inverno algures no Gerês. Nunca um vinho teve um toque tão intenso no palato. A vossa memória ativa já vos colocou naquele turismo rural, com a lareira a crepitar ao vosso lado. Enquanto pensam nisto, sem refletir sobre a vossa escolha, colocam a garrafa no cesto e continuam as suas compras. Uma decisão racional ou completamente levada a cabo pelo que sentiram? Cada vez mais pesquisa aponta para um papel fundamental das emoções em alturas de decisão rápida, em detrimento de decisões baseadas em pressupostos racionais. No entanto, todos nós continuamos a comunicar a cima de tudo as vantagens racionais de optar pelo nosso produto em relação a outro.  Para endereçar este problema, porque não começar pela história do nosso produto? Este é o prisma deste excelente artigo da Econsultancy que vale a pena ler, e sobre o qual vale a pena refletir. via Econsultancy Pedro Pinto

Emoção: O Verdadeiro Elefante na Sala

Estão num supermercado, na ala dos vinhos. Querem escolher um mas não sabem por qual devem decidir. Um rótulo e um nome surgem-lhes à frente; rapidamente associam aquela garrafa ao último escape de Inverno algures no Gerês. Nunca um vinho teve um toque tão intenso no palato. A vossa memória ativa já vos colocou naquele turismo rural, com a lareira a crepitar ao vosso lado. Enquanto pensam nisto, sem refletir sobre a vossa escolha, colocam a garrafa no cesto e continuam as suas compras. Uma decisão racional ou completamente levada a cabo pelo que sentiram?

Cada vez mais pesquisa aponta para um papel fundamental das emoções em alturas de decisão rápida, em detrimento de decisões baseadas em pressupostos racionais. No entanto, todos nós continuamos a comunicar a cima de tudo as vantagens racionais de optar pelo nosso produto em relação a outro. 

Para endereçar este problema, porque não começar pela história do nosso produto? Este é o prisma deste excelente artigo da Econsultancy que vale a pena ler, e sobre o qual vale a pena refletir.

via Econsultancy

Pedro Pinto

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