Instagram de Banda Larga Olá, leitor. Ignore o trocadilho barato do título do artigo, que é de mau gosto e nem deveria ter sido feito. O autor, que até se está a esforçar e merece crédito por isso, espera que se deixe levar pelo espírito de Natal e continue a ler as próximas linhas, na esperança de encontrar algo que valha mais do que um mero e singelo título. Escrevo-lhe para informar que uma banda mexicana serviu-se do Instagram para criar o primeiro videoclip feito a partir desta aplicação. Sem a utilização de qualquer outro programa para alterar as imagens, a noção de continuidade visual foi dada através da utilização do mesmo filtro. No total, foram tiradas 1.905 fotografias, colocadas posteriormente em sequência. Poderemos gostar ou não do resultado final, mas o que de facto interessa é a exploração criativa das plataformas disponíveis. Se olharmos com atenção para o vídeo, notaremos nalgumas falhas de raccord e em certos erros de enquadramento. No entanto, basta ver as reações na área de comentários do Vimeo, para perceber que o público adorou. É um exemplo pouco comum de como os recetores do produto estão mais envolvidos com o meio de criação, do que com o produto final. E, agora que estamos prestes a dobrar um novo ano, talvez sirva de inspiração para criarmos algo novo. Celso Moura

Olá, leitor. Ignore o trocadilho barato do título do artigo, que é de mau gosto e nem deveria ter sido feito. O autor, que até se está a esforçar e merece crédito por isso, espera que se deixe levar pelo espírito de Natal e continue a ler as próximas linhas, na esperança de encontrar algo que valha mais do que um mero e singelo título.

Escrevo-lhe para informar que uma banda mexicana serviu-se do Instagram para criar o primeiro videoclip feito a partir desta aplicação. Sem a utilização de qualquer outro programa para alterar as imagens, a noção de continuidade visual foi dada através da utilização do mesmo filtro. No total, foram tiradas 1.905 fotografias, colocadas posteriormente em sequência.

Poderemos gostar ou não do resultado final, mas o que de facto interessa é a exploração criativa das plataformas disponíveis. Se olharmos com atenção para o vídeo, notaremos nalgumas falhas de raccord e em certos erros de enquadramento. No entanto, basta ver as reações na área de comentários do Vimeo, para perceber que o público adorou. É um exemplo pouco comum de como os recetores do produto estão mais envolvidos com o meio de criação, do que com o produto final.

E, agora que estamos prestes a dobrar um novo ano, talvez sirva de inspiração para criarmos algo novo.

Celso Moura

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